Posteado por: Bernardo | marzo 21, 2010

Periodismo policial 1.0

Es cierto que la jurisprudencia española no obliga al periodista a contrastar las informaciones que llegan de las fuentes policiales (lo que me suena ciertamente carca o postfranquista). Pero el caso de los cinco bomberos catalanes confundidos por terrotistas de ETA por la gendarmerie francesa roza el absurdo. Los principales diarios españoles publicaron en portada la fotografía extraída del vídeo oficial sin verificar la información. Un mediocre ejercicio de presunto periodismo, más tratándose de un asunto tan delicado como el terrorismo. Lo peor es que un día después, los diarios publican la nueva información como si no hubiera pasado nada. La Razón publica en su edición on line la expliación del caso. Nada de autocrítica. El error es de Francia. El editorial de ABC habla del asunto, pero no asume parte de la culpa. El País confiesa en una pieza titulada Historia de una gran equivocación que recibieron “de la Dirección General de la Policía los vídeos en dos cortes a las 14.56 del viernes por correo electrónico”. Después, que a los pocos minutos estaba colgado en su edición on line. Y listo. Nadie entonó en la prensa el mea culpa. No contrastar las fuentes policiales puede ser legal pero genera un periodismo oficilista de quinta categoría con un aroma rancio y poco confiable. En una era donde la información anda suelta en Internet, seguir en este camino del oficialismo significa apuntalar el periodismo de pago. El Periodismo policial 1.0 está técnicamente muerto.

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Responses

  1. Para isso serve a web, para ver que não estamos isolados em nossos países, e que certas práticas ultrapassam fronteiras, e há muito tempo.
    Por aqui no Brasil esse erro da imprensa muito acontece, por vezes de forma proposital mas, muitas outras vezes, pela prática que por aqui se instituiu, principalmente após o AI-5 em 1968, durante a ditadura militar.
    Para mudar o caráter investigativo do jornalismo, que confirmava suas fontes antes de publicar as matérias, foi “inventada” a assessoria de imprensa, que enviava aos jornais a matéria prontinha para ser veiculada.
    E nas faculdades de comunicação é o que se vê: todo mundo treinando para aprender a redigir releases para a imprensa, ou para ser famoso apresentador de telejornais de merda. E ainda defendem a necessidade de diploma para isso!
    Enfim, é o fim!

  2. Concordo com o Paulo, infelizmente essa é uma prática ‘comum’ aqui… ou foi. Tempos atrás noticiaram uma história que, depois de verificado – sim, só depois de publicarem a matéria é que foram investigar – contatou-se que os ditos culpados eram inocentes. E aí já era tarde.
    O pior é não fazerem uma retratação e continuarem a comentar o caso como se nada tivesse acontecido. Um verdadeiro absurdo!!! E aí eu pergunto: qual o rumo do jornalismo?

  3. Concordo com o Paulo, infelizmente essa é uma prática ‘comum’ aqui… ou foi. Tempos atrás noticiaram uma história que, depois de verificado – sim, só depois de publicarem a matéria é que foram investigar – contatou-se que os ditos culpados eram inocentes. E aí já era tarde.
    O pior é não fazerem uma retratação e continuarem a comentar o caso como se nada tivesse acontecido. Um verdadeiro absurdo!!! Então fica a pergunta: qual o rumo do jornalismo?

  4. Aqui o problema foi que o Governo da França fez uma grande cagada divulgando um video de presuntos terroristas como se fossem. E a lei incentiva isso. O jornalista nao é obrigado a questionar a versao da policia…

    absurdo

    abs


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